COD: 4047
Ano do Desafio: 2026
Temática: Visão Computacional e Monitoramento
Verticais: Big Data & AI
Estágio esperado de Maturidade da Solução: Protótipo – Necessário solução com teste em escala piloto
O desafio consiste em automatizar a identificação de falhas na imunocastração e anomalias anatômicas (criptorquidia e hermafroditismo) em carcaças de suínos na linha de abate. Atualmente, o processo depende de operadores que medem manualmente as gônadas para identificar animais com testículos maior que 15 cm ou outras malformações.
A alta rotatividade e o cansaço dos colaboradores geram falhas de triagem. A presença de animais mal castrados no lote final compromete o padrão sensorial da carne (odor e sabor). Utilizar IA e visão computacional para análise volumétrica e anatômica em tempo real, eliminando o erro humano e o uso de gabaritos manuais.
O processo é manual, realizado na linha de produção:
Os Colaboradores avaliam visualmente cada carcaça. Quando há dúvida, utilizam um gabarito físico sobre o testículo para verificar se excede 15 cm. Ao identificar um desvio (testículo grande, hermafroditismo ou ausência unilateral), o colaborador marca a carcaça manualmente e retira uma amostra de gordura para o teste de cocção. Processo subjetivo, lento e sujeito a falhas de julgamento que impactam a qualidade final do produto.
Padronização e Precisão: Identificação automática e constante (24/7) de gônadas maior que 15 cm e anomalias com precisão superior à humana.
Auditoria de Vacinação: Geração de relatórios automáticos. Se o índice de animais com testículos grandes subir, a empresa pode auditar imediatamente o processo de aplicação das vacinas na origem.
Automação da Marcação: Integração com sistema de marcação (laser ou spray) ou leitura do número da carcaça para segregação automática, sem intervenção manual.
Garantia de Qualidade: Entrega de um produto homogêneo ao varejo, livre de desvios sensoriais causados por falhas na castração.
A IA deve analisar a carcaça na velocidade da nória (linha de abate), sem reduzir a cadência da produção. O sistema precisa comandar um dispositivo de marcação (laser ou outro método) ou registrar o desvio vinculado ao ID da carcaça no sistema. A câmera deve operar com precisão mesmo em ambientes com vapor, umidade e variações de iluminação típicas de um frigorífico.
Inexistente. Até o momento, a empresa opera no modelo tradicional manual. Não foram realizados testes.
Protótipo - Necessário teste em escala piloto